O terrível e maravilhoso mundo longe dos pais

Tô escrevendo esse post sentada no sofá e apoiando o notebook no braço dele. Por que? Porque na minha casa nova ainda não tem uma mesa de computador. Não ter móveis é só uma das partes ruins de sair da casa dos seus pais. Mas tem partes boas também.

Enquanto estive ausente, um monte de coisa aconteceu. Uma delas foi que eu pseudo saí de casa.

Não foi por problemas ou falta de amor pela minha família, minha casa, meu quarto e meus cachorros, mas pela distância. Quem depende de transporte público para viver e passa quase três horas presa num ônibus/trem/metrô sabe do que tô falando. Morar em Bangu, estudar na Gávea, estagiar em Botafogo acabou ficando muito difícil e tive que me transportar para esse universo desconhecido chamado república.

Esqueça sua referencia de repúblicas criada por filmes adolescentes americanos. Na Zona Sul do Rio de Janeiro é bem diferente. Existem repúblicas de fato - um apê que somente estudantes moram e dividem as contas, o teto e tudo mais e existem pessoas (velhinhos, famílias e todo tipo de gente) que alugam um quarto pra você. Desde que mudei, em fevereiro de 2014, morei em três lugares diferentes, todos meio repúblicas.

E nessas idas e vindas, aprendi/constatei que:

- Uma das melhores coisas de morar sozinho é poder fazer o que você quiser, já que não mora mais com seus pais. Chegar em casa de manhã sem ninguém reclamar? Pode. Comer miojo no café da manhã? Pode. Passar o dia inteiro deitado assistindo séries? Pode. Levar amigos pra sua casa em horários estranhos? Pode também.

- Tudo estraga rápido. Sério, é terrível. Você tenta se alimentar direito, compra frutas, verduras, queijo minas, requeijão light, peito de peru. Tudo estraga. E só depois de um tempo você aprende a mensurar a quantidade, o que não torna mais fácil a tarefa de fazer comprar para uma pessoa só.

- Se alimentar direito se torna uma tarefa árdua. É muito chato ter que ir ao mercado, comprar coisas frescas e cozinhar depois de um dia cheio. Por isso engordei consideravelmente depois que comecei a morar sozinha, haha. É muito mais fácil comer miojo, lasanha, podrão da esquina, coxinha do Fornalha. Don't judge me.

- Manter uma casa limpa e arrumada não é fácil. Comecei a me sentir tipo naquele vídeo do Porta dos Fundos e passei a entender porque minha mãe às vezes reclama de ter que cuidar da casa. É chato, é difícil e é rotineiro.

- Você começa a sentir falta de pequenas coisas da rotina com sua família, tipo ver TV junto ou jantar com eles. Ninguém contou, mas morar sozinho pode ser solitário.

- Tudo custa muito caro. Outro dia fui comprar uma alface e ela custava 4 fucking reais. Uma alface. Em Bangu era 50 centavos.


Como tudo na vida, as coisas sempre tem dois lados. Morar sozinho pode ser perigoso, mas também pode ser divino e maravilhoso, como diz a música. Em um ano e pouco, posso dizer que é aprendizado, toda experiência vem pra agregar. :)

Beijos,
Ju

(Ah, essa minha última casa é mais permanente e ela vai ser devidamente decorada. Enquanto isso não acontece, vou começar a postar ideias bacanas e baratinhas sobre decoração aqui. E sim, quem tá se fazendo essa pergunta... Voltei!)

Pequenas grandes ideias para o Carnaval

Eu posso passar um, dois, cinco meses sem escrever aqui mas existe um assunto neste saite que é sagrado: o Carnaval. Sim, eu já disse isso por aqui e repito. Essa festa maravilhosa está no meu top 3 de datas comemorativas junto com o Natal e a Festa Junina.

Eu já disse porque eu amo o Carnaval, né? Gente feliz na rua, bebendo cerveja às 8 da manhã, a galere solta a franga e passa porpurina até onde não deve. Só felicidade, só alegria. E minha parte favorita - depois de ir para os blocos, claro - é preparar as fantasias. Sério, eu fico tão empolgada que tenho mais fantasias do que dias de festa para usá-las. Então esse post é para você, que tá sem grana e deixou tudo para última hora e precisa de uma luz no fim do túnel. Vem comigo!

Minha ideia inicial era só customizar um biquíni com conchas, mas depois decidi colocar o raio gourmetizador e fazer uma coisa decente. Apesar de parecer complicado, foi bem simples.

Para o top, você vai precisar de um biquíni ou cropped e acessórios marinhos para customizá-lo. No meu, eu usei pérolas, paetês azuis e conchas naturais - quase tudo foi colado com cola quente, menos as pérolas, que precisam ser costuradas. Se você não tem nada disso em casa, encontra tudo no Saara! As lojas especializadas em montagem de bijuterias (tem endereço da Kacy Bijuterias e Casa Azevedo aqui) estão vendendo mil e um acessórios assim; um kit com várias conchas, por exemplo, custa 9 reais.

A saia é a parte mais complicada se você não costura. Se você tem o dom ou conhece alguém que possa fazer pra ti, é só comprar um tecido bem brilhante (tipo lamê ou esse tecido simples com paête, que custou só 5,90 o metro na Caçula) e seguir esse tutorial aqui. Já se você não conseguir costurar, compre o tecido e tente fazer uma amarração! A maravilhosa da Carols fez um vídeo explicando como amarrar um pareô e você pode se inspirar nele. Link aqui.

 Essa foi minha fantasia do ano passado - porém com outro vestido - e é muito fácil de fazer. Tudo que você precisa é de um arco com flores, brincões, um vestido bem colorido, um lenço e um leque. E claro, um lápis de olho para fazer a monocelha (haha, observem esta fotoca no meu Instagram). Para fazer esse arco, você precisa de umas flores grandes de plástico, um arco e cola quente. É só colar e voilà: tá pronto!

Não me julguem mas eu sou viciada nessa página e morro de rir todas as vezes que vejo os vídeos. Aí um dia eu tava mais pra lá do que pra cá - se é que vocês me entendem - e tive essa maravilhosa ideia: sair de Raposinha no Carnaval. Foi fácil encontrar alguns tutoriais em inglês - por causa daquela música irritante What does the fox say? - e eu me inspirei nesses dois aqui: vídeo 1 e vídeo 2.

Para fazer o rabo e as orelhas, eu usei 1 metro de feltro marrom e branco. Já a blusa marrom, eu tingi uma branca e só costurei o rabo nela. Não tá na foto mas eu vou usar uma plaquinha escrito: "não entendir" e do outro lado "que matinho é esse?". Entendedores entenderão.


Old but gold. Esse é aquele tipo de fantasia que você pode exagerar, colocar mil colares, batom, glitter, lenço... ♥ Para 2015, eu comprei 1 metro e meio de chita e mamain fez a saia para mim (aliás, toda a parte da costura nesse post foi obra dela. obrigada, mi amor). A saia vai até o joelho e tem uma fenda com babados na frente. Para complementar, fiz um arco com uma pêra em cima e um colar com... que frutas são essas? hahaha Não sei. Tudo com amor e cola quente. Amém.

Ai, gente. Não venha me falar que tá over, que tá cafona, que não sei o que. Eu não vou te ouvir porque eu amo coroa de flores. Hoje em dia você encontra em tudo que é lugar - tem em Madureira, tem em Bangu, tem no Saara, tem no meio do bloco - e acho que é um bom acessório curinga. Mas se você ainda tiver tempo e vontade, pode fazer a sua seguindo esse tutorial aqui.


Eu queria um cocar baphônico e enorme para usar no Carnaval, mas a realidade é essa que vocês estão vendo. Fazer esse mini-cocar foi bem fácil: um pedaço de feltro marrom, pedrinhas e penas; tudo colado com cola quente. Como não vou sair por aí pelada nem nada, customizei essa blusa com detalhes em feltro e cortei a base em forma de franja.

Com a maquiagem certa, só um acessório para usar na cabeça basta. :) Eles são baratinhos e fáceis de encontrar.

Carnaval é época de se encher de glitter, mergulhar na porpurina e não se importar com isso. E o melhor: glitter é barato e dura uma vida. Um potinho desse, por exemplo, dá pra usar em você e nas amigas e ainda vai sobrar. Além do glitter, compre essas lantejoulas em floquinhos e esses strass. E existem mil maneiras de usá-los. Clique nesses links que estão cheios de ideias lindas e com muito brilho: aqui e aqui..


Se nenhuma dessas ideias te animou, eu fiz um painel lá no Pinterest cheio de ideias lindas. Só clicar aqui. :)


Faltam só 3 dias para o Carnaval começar oficialmente e já to com a minha agendinha de blocos formada. ♥ Quem me encontrar por aí, pode me dar um oi e pagar uma cerveja! hahaha

Beijos,
Ju

- p.s.: não vou dizer que voltei para quebrar promessas depois, mas seguimos tentando, sempre. hahaha

Mudanças capilares

Mudar muito o cabelo nunca foi minha praia. Durante anos, mantive ele da mesma forma: longo e loiro (e às vezes com a raiz por fazer, haha!). Mas desde que cortei franjinha pela primeira vez, em 2012, o monstro da mudança foi despertado dentro de mim.

A verdade é as mudanças não foram tão radicais assim - fui do longo e loirão para a franja, da franja fui pro longo e metade loiro e disso fui pro curtinho e natural, que mantive durante um certo tempo. Quando enjoei da minha cara com aquele cabelo, resolvi que era hora de mudar de novo.

Quando decidi que era hora de deixar meu cabelo da cor natural - que é castanho claro - a cabeleireira me disse uma coisa que nunca mais esqueci: "uma vez loira, você vai sempre querer ser loira". E não é que ela tava certa? Quando fui cortar franjinha reta novamente, resolvi fazer o ombré hair de uma vez e gostei muito do resultado. :) Ficou assim:

foto no banheiro da empresa porque sou dessas

(Só para constar: fiz o corte e o ombré hair no Walter's do Bangu Shopping.)

Curti muito mais minha segunda vez com franja do que a primeira. Óbvio, dá aquele trabalhão infernal - acordar, lavar, secar e escovar a dita cuja - mas achei que combinou bastante com meu rosto. A solução para tornar isso tudo mais prático foi fazer a escova Botox, que diminui o volume sem deixar com aquela aparência de "lambido". (Fiz num salão que gostei muito na Barra, o Open Mall Hair Studio de Beleza).

Depois a franja cresceu. Meu cabelo cresce incrivelmente rápido e isso é outra parte ruim de ter franja: ou você aprende a cortar em casa ou vai gastar dinheiro com salão sempre. Como sou mão de vaca com esse tipo de coisa (haha, não me julguem) resolvi cortar em casa. O vídeo que usei como base foi esse aqui:


Não me saí tão bem cortando sozinha em casa. Acabei cortando demais e agora ela tá assim, meio retrô, meio hipster moderninha (hhaha!):

resolução pra quê, né?

Tenho que admitir que to curtindo a vibe da franja curtinha e já tô pensando em cortar mais um pouquinho. O corte é mais fácil de manter, não cai no olho e fica ótimo com lenços. Só amor. ♥ Me perguntaram no Instagram sobre a cor e respondendo: ainda tô com o ombré hair que fiz e tenho passado Sun In na raiz e um pouco nas pontas para deixar mais loirão.

Quem estiver pensando em aderir à franja curtinha, dá uma olhada nessas inspirações lindonas, clica nesse link sobre a beleza da Mallu Magalhães, nossa musa da franjinha, ou já se joga no tutorial para cortar em casa mesmo:



Depois de tantas mudanças capilares num só ano, tudo que tenho a dizer é: já to pensando qual será a próxima! Afinal, cabelo cresce e a vida é curta!

E pra vocês: 2014 foi um ano de mudanças capilares?

;)

Beijos,
Ju

A Saga dos Brechós - Brechó O Cacareco

Encontrar um brechó legal perto da sua casa pode ser bom e ruim. Bom porque você vai poder ir até lá sempre e, consequentemente, encontrar mais coisas legais. Ruim porque você poder ir lá sempre e, consequentemente, gastar mais dinheiro.

Esses dias, encontrei um ótimo em Botafogo, na esquina da minha rua e vim compartilhar com vocês. O lugar em questão se chama Brechó O Cacareco e assim como eu, acho que vocês vão amar. ♥ Ele fica numa dessas casas antiguinhas, na rua São Clemente e tem muita coisa bacana: roupa feminina, masculina, infantil, acessórios, calçados e até coisas de decoração. A dona - que eu esqueci o nome - é uma fofa e mantém tudo organizado; o brechó tem até provador!

Numa olhada rápida, encontrei peças da Farm, Cantão, Dress To, American Apparel, My Place por até 30 reais. Vi também um vestido (novo, com etiqueta) lindo da Folic por 75 reais. Além das roupas de marca, tem aquelas coisas com cara de antiguinha que eu gosto bastante. A maioria das peças que vi custavam entre 10 e 40 reais. Dá uma olhada no que vi de bacana por lá:



Meu tempo estava curto - nos dois sentidos - então levei só duas coisas: essa calça levinha da foto (que fica incrivelmente linda no corpo e custou só 12 reais) e essa colar maravilhoso, cheio de penduricalhos pra me proteger por aí. :)




Para um brechó na Zona Sul que não é beneficente, eu achei o preço bem tranquilo. Mesmo sendo peças de marcas caras, elas não custavam mais que 30 reais. Se você também curtiu, o endereço de lá é esse:

Rua São Clemente, 245
Horário de funcionamento: segunda a sexta, de 10:00 às 19:30 e aos sábados, de 10:00 às 14:00
Telefone: 2246-1205. Eles trabalham com consignação também.

Minha dica é: ir numa quarta-feira (já que o CELPI só abre nesse dia) que aí você já aproveita para ir em mais dois brechós, que são ali pertinho: o Brexópin e o Bazar do CELPI.

E vocês, o que acharam? Já conheciam o brechó? 

;)

Beijos e bom final de semana,
Ju

Do dia, mas não necessariamente

Há exatamente 120 dias eu postei meu último look do dia no blog. Obviamente, eu não sai pelada na rua - igual a essa galera de Porto Alegre - nesse intervalo. Eu comprei algumas roupas novas, montei combinações das quais eu me orgulhei e que postaria facilmente aqui. Mas não o fiz.

Durante um tempo, não me sentia mais bem em parar em frente a câmera pra simplesmente fotografar o que estava vestindo. Sabe aquela sensação de vergoinha alheia? Era um misto disso com preguiça e falta de tempo. A expressão "look do dia", assim como o termo "blogueira", se tornaram pejorativos na minha cabeça e contribuíam para que esse bloqueio ocorresse. Me sentia boba em estar parada ali. Eu volto hoje porque esse feeling, essa sensação está passando. Eu pensei e repensei sobre isso e decidi que, se era isso que eu queria compartilhar, não havia motivo para tanto desconforto.

Afinal, não importa o quão bobo seja, aqui ainda é um espaço que só meu. E vocês, sábias leitorinhas, sempre repetem isso pra mim.  O que eu visto hoje é uma peça que já foi must-have (outro termo insuportável): a saia midi. Eu estava atrás de uma nova e tive a sorte de achar essa na promoção da Forever 21 do Barra Shopping de 81,90 por 41,90. O preço deixou tudo ainda mais bonito. :P

• Cropped cinza C&A: R$ 19,90 | Saia midi florida Forever 21: R$ 41,90 | Bolsa preta C&A: R$ 49,90 | Rasteirinha C&A: R$ 59,90 | Colar da sorte, comprado no Brechó Cacareco: R$ 5,00 •

 No meu espaço virtual ideal, as fotos seriam lindas e bem tiradas e com fundo maravilhoso. Não deu. O que tem pra hoje é a parede da minha sala e o banheiro da PUC. É o look normal, de gente normal, num dia comum de trabalho e faculdade. Gente como a gente.

 Como esse blog foi e sempre deveria ser. ;)

Sobre a vida e outras coisas

São 2:16 da manhã e enquanto estudava pra prova de edição em telejornalismo que tenho amanhã, resolvi entrar no blog. Lembrei dele assim, por acaso, como quem lembra que esqueceu roupa no varal ou lembra de um velho amigo e bate um pouco de saudade. Só sei que é uma madrugada qualquer e eu deveria estar dormindo - já que durmo tão pouco - mas não estou.

Li alguns comentários, recebi mensagens de vocês no Facebook, que estão aí do outro lado da tela querendo achadinhos, posts novos, looks do dia e coisa e tal. Vocês mereciam novas aventuras em lojas de departamento, mais vinte guias sobre o Saara ou um mapa de todos os brechós dessa cidade. Nada mais justo para quem dedicou um tempo considerável nesse quintal.

Acontece que (e vou ser bem sincera): eu não sei por onde recomeçar e nem sei se quero. Outro dia conversei com a Duda e ela me disse que todo mundo gostava de postagens com conteúdo pessoal, mas eu não sei e deixo essa pergunta para vocês. Vocês gostam? São muitas dúvidas, muitas questões e claro, passa pela minha cabeça acabar com espaço, já que - pelo menos para mim - ele perdeu um pouco o sentido. Já pensei em excluir, em mudar o nome, pensei em muitas coisas.

Não sei se contei, mas parei de fotografar o que visto. Eu ainda me arrumo com todas as coisas baratinhas que encontro por aí, mas hoje em dia me sinto idiota em parar e fotografar. Ao mesmo tempo, vejo as fotos maravilhosas da Carol Burgo, por exemplo, e me sinto idiota por não tentar. (Aviso aos navegantes: esse texto não tem foco. Só achei que seria bom escrever antes que eu adiasse novamente).

Não é só a falta de tempo ou as mil coisas que tenho pra fazer ou meu foco em não fazer outra coisa no final de semana a não ser me divertir. É falta de vontade mesmo, sabe? E isso é maior bad, expressão que entrou no meu vocabulário, haha. Honestamente, não sei como vai ser daqui para frente, mas sugestões são bem-vindas. Desde de mudar o nome do blog, o layout, os temas até desistir de vez. Sei lá.

Esse post não é um "desculpas por não postar" mas um "precisava escrever". E só para atualizar vocês sobre a vida, a minha anda assim:

- Decidi fazer segunda habilitação - em Publicidade - na PUC. Isso significa que ficarei lá mais uns dois anos. Vocês sabem (já escrevi isso aqui) que não morro de amores pela faculdade. Ou seja...
- Lembram do site de moda que eu trabalhava? Saí de lá e hoje trabalho numa agência de publicidade na Barra, o bairro que eu mais detestava na cidade.
- Sabe a minha vontade de tatuagem aquarela? Agora eu tenho uma para chamar de minha. Coloquei na pele meu amor pela história do livro "Peixe Grande". Doeu para caralho, não vou negar. Assumi meu afeto bobo por nuvens também. Já esse rabisco não doeu nada.
- Sou loira de novo e agora tenho uma franja. Dá um trabalho fudido mas é um dos cabelos mais legais que já tive.
- Agora moro em Botafogo e volto pra casa só aos finais de semana. (Quando volto). Eu divido o apartamento com mais 5 meninas e sinto falta do meu quarto mais que tudo. E dos meus cachorros, claro. E por último e não menos importante: da minha família. Morar "sozinha" é difícil, apesar das vantagens. Um dia eu conto isso tudo.




Um dia eu volto e conto isso tudo. Volto quando a vontade de escrever e compartilhar for maior do que tudo.


(não revisei, relevem possíveis erros)